quando a mente está no céu”, Tertuliano
Para Tertuliano, o cristianismo era uma grande LOUCURA DIVINA , porque era mais sábio do que a sabedoria filosófica humana,
difícil de ser equacionado por qualquer sistema filosófico. Para ele o
cristianismo consistia no conhecimento de Deus.
Tertuliano, afirmava que o cristianismo era uma
nova lei pregada por Jesus Cristo com a nova promessa de reino do céu. O
seguidor de Jesus era admitido na igreja pelo batismo, mediante o qual todos os
seus pecados anteriores foram apagados. Tertuliano conseguiu demonstrar para a
igreja o profundo sentido de pecado e da graça. Afirmava que embora a salvação
se fundamente na graça, o homem tem muito a fazer. Embora Deus perdoe no batismo
os pecados passados, é necessário oferecer satisfação pelos cometidos
posteriormente, isso mediante os sacrifícios voluntários.
. “Todos são de um, por unidade de substância, embora ainda esteja
oculto o mistério da dispensação que distribui a unidade numa Trindade,
colocando em sua ordem os três, Pai, Filho e Espírito Santo; três, contudo...
não em substância, mas em forma, não em poder, mas em aparência, pois eles são
de uma só substância e de uma só essência e de um poder só, já que é dom de Deus
que esses graus e formas e aspectos são reconhecidos com o nome de Pai, Filho e
Espírito Santo”. Tertuliano descreveu estas distinções da Divindade como
“pessoas”, termo que não tem a conotação, que nos é familiar, de personalidades,
mas de modos objetivos de ser.
Suas obras foram escritas entre os últimos anos do século II e as duas primeiras décadas do século III.
Suas obras foram escritas entre os últimos anos do século II e as duas primeiras décadas do século III.

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